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12/03/2012

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Joel Leite

Por Joel Leite às 17h32


24/02/2012

Vem aí o Evoque conversível

-- Carro conceito será apresentado no salão de Genebra

O Range Rover Evoque, sucesso de vendas em todo o mundo, deve ganhar uma versão conversível, que será apresentada ainda como carro conceito no Salão de Genebra, em março.

Este conceito foi construído sobre o Range Rover Evoque, lançado em outubro, é sucesso de vendas. No Brasil, a Land Rover organizou uma fila de espera para comprar o Evoque, pois a procura está maior que a oferta.

Em Genebra a Land Rover vai avaliar o potencial de mercado para um espaço até então inexplorado dentro do segmento de utilitários esportivos premium.

O diretor de design da Land Rover, Gerry McGovern, e responsável pela equipe que criou e desenvolveu o conceito. Ele diz que "o Evoque é um modelo em que a ideia de uma versão conversível se encaixa perfeitamente. O desenvolvimento desta versão não foi algo tradicional, como já visto em outros conversíveis. Nós trabalhamos nas linhas do Evoque de forma a manter seu formato original, ao mesmo tempo em que conseguimos criar algo único e, ao que acreditamos, bastante desejável".

O carro tem um completo sistema de segurança em casos de capotamento - Roll Over Protection System (ROPS) - que atua de forma retrátil e protege os quatro ocupantes. O modelo também combina de forma hábil quesitos como capacidade e versatilidade, com conforto e sofisticação.

É equipado com toda tecnologia embarcada presente na linha Evoque, entre elas o premiado sistema Terrain Response que, ao simples giro de um botão, adapta todas as configurações de aceleração, tração, suspensão e freios de acordo com o tipo de piso em que se trafega (areia, terra, grama/neve, lama e pedras). O sistema de cinco câmeras para uma visão de 360º do veíulo também está presente, assim como a tela touch screen de 8 polegadas de tecnologia Dual View, o sistema Park Assist e o sistema de som Meridian de última geração.

As rodas são de 21 polegadas -maiores das usadas na linha Evoque que está no mercado - com acabamento Titan Silver e design diferenciado equipam o conceito que traz, por dentro, acabamento Ivory e Lunar, com bancos em duas tonalidades de couro contrastantes em preto e cinza chumbo, assim como as costuras do couro presente no painel e nas portas.

Por Joel Leite às 16h59


A vez do "vendedor total"

 


-- Dirigente da N.A.D.A. propõe um profissional que acompanhe o cliente até no pós venda, para aumentar o "índice de retenção".

O vendedor de carro não pode se limitar a exercer apenas uma parte do negócio. Ele tem que fazer a venda completa: receber o cliente na loja, apresentar o catálogo de produtos e as possibilidades de composição do carro: versões, equipamentos, etc. Até aí muitos já fazem. A proposta do ex-presidente da N.A.D.A, a associação estadunidense dos concessionários de veículos, Stephen Wade, feita na abertura do congresso da entidade, realizado este mês em Las Vegas, é fazer o vendedor ir além.

Após a escolha do carro, o vendedor deve - segundo Wade - fazer o contrato, faturar o carro, emitir a nota fiscal, providenciar a entrega e continuar o contato com o cliente no pós venda.

O objetivo é manter o cliente em contato com a concessionária, para aumentar o "índice de retenção" do cliente, isto é: mantê-lo no relacionamento com a concessionária mesmo após a venda.

Nos Estados Unidos, apenas 25% dos consumidores retornam à concessionária. O índice aumenta para 50% quando se trata de carros de luxo, mas os empresários acham esse número muito baixo. A proposta de Stephen Wade é comissionar o vendedor que consegue levar o cliente de volta à revenda.

O dirigente quer criar o que chama de "profissional completo", que fica responsável por "administrar" o cliente depois da venda.

A implantação desse sistema solucionaria outro problema enfrentado pelos concessionários, que é a distinção entre o vendedor e os demais profissionais que participam do processo de venda, como o faturamento, a entrega, o pós venda. De todos eles, apenas o vendedor ganha comissão, criando uma situação diferenciada entre os profissionais.

Mas o que está por trás de toda essa estratégia é a necessidade de aumentar a rentabilidade das concessionárias.

Assim como no Brasil, as 14,7 mil concessionárias de veículos dos Estados Unidos não conseguem manter a rentabilidade apenas com a venda de carro zero, mesmo considerando um mercado de quase 15 milhões de unidades, conforme previsão para este ano.

É preciso portanto incrementar outros segmentos do negócio.

O mercado de carros usados é três vezes maior que o de novos e depende diretamente de financiamento, por isso ampliar a atuação na área financeira é uma das estratégias.

Segundo Wade, as concessionárias precisam se dedicar ao segmento de usados, melhorando a qualidade no atendimento, criando um estoque de melhor qualidade e voltado à demanda do segmento, da região de atuação, do momento do mercado.

O que ele propõe é a valorização da atuação no setor de usados, que em algumas concessionárias é relegado ao segundo plano. Tanto lá, como cá, há quem veja o setor de usados como um "mal necessário", uma vez que a concessionária "é obrigada" a receber o usado do cliente como parte de pagamento do novo. No Brasil, algumas revendas não aceitam o usado na troca, nem da própria marca.

A busca da rentabilidade parece uma discussão óbvia, já que é uma necessidade em qualquer negócio. Mas o caso das concessionárias de veículos é diferente: o empresário do setor tem que montar uma estrutura de acordo com o planejado pela montadora, submeter-se às regras de padronização dos serviços. E todo esse investimento é apenas para a venda de carro zero, pois os demais serviços - com exceção do período de garantia - são oferecidos por empresas independentes.

Oficina, peças, serviços, financiamento, seguros, venda de usados, tudo isso pode ser feito por empresas que não tem nenhum compromisso e responsabilidade com a marca e com a montadora.

 

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 12h19


Nissan chama 250 mil carros. Brasil está fora

A Nissan está convocando para recall, em todo o mundo, 250 mil unidades de vários de seus modelos. Entre os modelos chamados destacam-se o Juke, o Infinit M, o Micra, entre outros. A revisão técnica é para verificar e, se necessário, trocar um cabo de injeção direta, antes que ocorram vazamentos.

Entre os carros que podem ter este problema estão algumas unidades do Juke produzido no Reino Unido como também o Tiida fabricado na China, os Micra montados na Índia e outros modelos de fabricação japonesa, como o Serena e o Infinit M. Os carros da marcas vendidos no Brasil não foram atingidos pelo problema.

Um porta-voz da Nissan disse que não há informações se aconteceu algum acidente por causa do problema.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 12h17


23/02/2012

USP é a maior do mundo na formação de doutores

O Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo (ARWU, na sigla em inglês) por indicadores, elaborado pelo Centro de Universidades de Classe Mundial (CWCU) e pelo Instituto de Educação Superior da Universidade Jiao Tong, em Xangai, na China, apontou que a USP é a universidade que mais forma doutores no mundo, conforme informe da Agência Fapesp.

A universidade paulista é a primeira na formação de doutores das 682 instituições avaliadas por esses organismos internacionais. O número de doutores não é fruto do acaso. A USP está bem classificada também em outros indicadores, que de certa forma apontam para um desempenho melhor da universidade da formação de quadros acadêmicos.

O mesmo índice dá à USP a terceira colocação em verba anual para pesquisa, entre 637 universidades, e o quinto lugar em número de artigos científicos publicados, entre 1.181 instituições em todo o mundo. A Universidade de São Paulo é também a 21ª em porcentagem de professores com doutorado.

O pró-reitor de Pós-Graduação da USP, Vahan Agopyan, avalia que a boa posição da USP é em decorrência da tradição da pós-graduação da escola no Brasil. Ele lembrou que nos anos 1970 e 1980, praticamente metade dos doutorados no Brasil eram feitos na USP. “Ainda hoje – disse - mais de 20% dos pós-graduandos no País também obtêm o título de doutor aqui. Isso permitiu que a universidade se tornasse um grande centro mundial de pós-graduação, agora confirmado por esse ranking internacional”,.

A universalidade do ensino é vista por Agopyan como um dos fatores para a posição conquistada. “A USP continua liderando a formação de doutores porque tem atuação em todas as áreas do conhecimento, sendo que as universidades no exterior normalmente têm algumas áreas de especialidade. Nós, ao contrário, somos uma instituição pluridisciplinar”, destacou.

Para o pró-reitor de Pós-Graduação da USP o desafio agora é ser não apenas a maior, mas a melhor em formação de doutores no mundo. Para isso, a USP tem buscado padrões internacionais de qualidade, por meio da promoção da mobilidade de seus docentes e alunos para outros países, da avaliação e do apoio aos seus programas de pós-graduação.

Dos R$ 277,3 milhões em bolsas de estudo desembolsados pela Fapesp em 2010, a USP recebeu R$ 132,7 milhões, ou 47,9% do total.

Além da USP, o ranking elaborado pela CWCU apontou a Universidade Estadual de Campinas – Unicamp como a 38ª colocada em número de doutorados, a 138ª em número de artigos publicados e a 62ª em percentual de professores com doutorado.

A Universidade Estadual Paulista – Unesp obteve a 55ª posição em doutorados, a 150ª colocação em número de artigos publicados e o 31º lugar em percentual de professores com título de doutor.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 15h09


Sobre o autor

Joel Silveira Leite é jornalista e pós graduado em Semiótica e Meio Ambiente. Diretor da Agência de Notícias AutoInforme, responde pelos sites Auto Informe e Eco Informe. Joel apresenta o Boletim AutoInforme nas rádios Bandeirantes, Band News e Sulamérica Trânsito. É colunista em várias publicações.

Sobre o blog

O blog apresenta uma visão do mundo dos automóveis e dos homens. É um veículo que não tem compromisso com a imparcialidade e a isenção (como os outros dizem que têm) além de tratar de assuntos como política, sociedade, meio ambiente, mídia, gastronomia.

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