UOL Carros

24/02/2012

Vem aí o Evoque conversível

-- Carro conceito será apresentado no salão de Genebra

O Range Rover Evoque, sucesso de vendas em todo o mundo, deve ganhar uma versão conversível, que será apresentada ainda como carro conceito no Salão de Genebra, em março.

Este conceito foi construído sobre o Range Rover Evoque, lançado em outubro, é sucesso de vendas. No Brasil, a Land Rover organizou uma fila de espera para comprar o Evoque, pois a procura está maior que a oferta.

Em Genebra a Land Rover vai avaliar o potencial de mercado para um espaço até então inexplorado dentro do segmento de utilitários esportivos premium.

O diretor de design da Land Rover, Gerry McGovern, e responsável pela equipe que criou e desenvolveu o conceito. Ele diz que "o Evoque é um modelo em que a ideia de uma versão conversível se encaixa perfeitamente. O desenvolvimento desta versão não foi algo tradicional, como já visto em outros conversíveis. Nós trabalhamos nas linhas do Evoque de forma a manter seu formato original, ao mesmo tempo em que conseguimos criar algo único e, ao que acreditamos, bastante desejável".

O carro tem um completo sistema de segurança em casos de capotamento - Roll Over Protection System (ROPS) - que atua de forma retrátil e protege os quatro ocupantes. O modelo também combina de forma hábil quesitos como capacidade e versatilidade, com conforto e sofisticação.

É equipado com toda tecnologia embarcada presente na linha Evoque, entre elas o premiado sistema Terrain Response que, ao simples giro de um botão, adapta todas as configurações de aceleração, tração, suspensão e freios de acordo com o tipo de piso em que se trafega (areia, terra, grama/neve, lama e pedras). O sistema de cinco câmeras para uma visão de 360º do veíulo também está presente, assim como a tela touch screen de 8 polegadas de tecnologia Dual View, o sistema Park Assist e o sistema de som Meridian de última geração.

As rodas são de 21 polegadas -maiores das usadas na linha Evoque que está no mercado - com acabamento Titan Silver e design diferenciado equipam o conceito que traz, por dentro, acabamento Ivory e Lunar, com bancos em duas tonalidades de couro contrastantes em preto e cinza chumbo, assim como as costuras do couro presente no painel e nas portas.

Por Joel Leite às 16h59


A vez do "vendedor total"

 


-- Dirigente da N.A.D.A. propõe um profissional que acompanhe o cliente até no pós venda, para aumentar o "índice de retenção".

O vendedor de carro não pode se limitar a exercer apenas uma parte do negócio. Ele tem que fazer a venda completa: receber o cliente na loja, apresentar o catálogo de produtos e as possibilidades de composição do carro: versões, equipamentos, etc. Até aí muitos já fazem. A proposta do ex-presidente da N.A.D.A, a associação estadunidense dos concessionários de veículos, Stephen Wade, feita na abertura do congresso da entidade, realizado este mês em Las Vegas, é fazer o vendedor ir além.

Após a escolha do carro, o vendedor deve - segundo Wade - fazer o contrato, faturar o carro, emitir a nota fiscal, providenciar a entrega e continuar o contato com o cliente no pós venda.

O objetivo é manter o cliente em contato com a concessionária, para aumentar o "índice de retenção" do cliente, isto é: mantê-lo no relacionamento com a concessionária mesmo após a venda.

Nos Estados Unidos, apenas 25% dos consumidores retornam à concessionária. O índice aumenta para 50% quando se trata de carros de luxo, mas os empresários acham esse número muito baixo. A proposta de Stephen Wade é comissionar o vendedor que consegue levar o cliente de volta à revenda.

O dirigente quer criar o que chama de "profissional completo", que fica responsável por "administrar" o cliente depois da venda.

A implantação desse sistema solucionaria outro problema enfrentado pelos concessionários, que é a distinção entre o vendedor e os demais profissionais que participam do processo de venda, como o faturamento, a entrega, o pós venda. De todos eles, apenas o vendedor ganha comissão, criando uma situação diferenciada entre os profissionais.

Mas o que está por trás de toda essa estratégia é a necessidade de aumentar a rentabilidade das concessionárias.

Assim como no Brasil, as 14,7 mil concessionárias de veículos dos Estados Unidos não conseguem manter a rentabilidade apenas com a venda de carro zero, mesmo considerando um mercado de quase 15 milhões de unidades, conforme previsão para este ano.

É preciso portanto incrementar outros segmentos do negócio.

O mercado de carros usados é três vezes maior que o de novos e depende diretamente de financiamento, por isso ampliar a atuação na área financeira é uma das estratégias.

Segundo Wade, as concessionárias precisam se dedicar ao segmento de usados, melhorando a qualidade no atendimento, criando um estoque de melhor qualidade e voltado à demanda do segmento, da região de atuação, do momento do mercado.

O que ele propõe é a valorização da atuação no setor de usados, que em algumas concessionárias é relegado ao segundo plano. Tanto lá, como cá, há quem veja o setor de usados como um "mal necessário", uma vez que a concessionária "é obrigada" a receber o usado do cliente como parte de pagamento do novo. No Brasil, algumas revendas não aceitam o usado na troca, nem da própria marca.

A busca da rentabilidade parece uma discussão óbvia, já que é uma necessidade em qualquer negócio. Mas o caso das concessionárias de veículos é diferente: o empresário do setor tem que montar uma estrutura de acordo com o planejado pela montadora, submeter-se às regras de padronização dos serviços. E todo esse investimento é apenas para a venda de carro zero, pois os demais serviços - com exceção do período de garantia - são oferecidos por empresas independentes.

Oficina, peças, serviços, financiamento, seguros, venda de usados, tudo isso pode ser feito por empresas que não tem nenhum compromisso e responsabilidade com a marca e com a montadora.

 

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 12h19


Nissan chama 250 mil carros. Brasil está fora

A Nissan está convocando para recall, em todo o mundo, 250 mil unidades de vários de seus modelos. Entre os modelos chamados destacam-se o Juke, o Infinit M, o Micra, entre outros. A revisão técnica é para verificar e, se necessário, trocar um cabo de injeção direta, antes que ocorram vazamentos.

Entre os carros que podem ter este problema estão algumas unidades do Juke produzido no Reino Unido como também o Tiida fabricado na China, os Micra montados na Índia e outros modelos de fabricação japonesa, como o Serena e o Infinit M. Os carros da marcas vendidos no Brasil não foram atingidos pelo problema.

Um porta-voz da Nissan disse que não há informações se aconteceu algum acidente por causa do problema.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 12h17


23/02/2012

USP é a maior do mundo na formação de doutores

O Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo (ARWU, na sigla em inglês) por indicadores, elaborado pelo Centro de Universidades de Classe Mundial (CWCU) e pelo Instituto de Educação Superior da Universidade Jiao Tong, em Xangai, na China, apontou que a USP é a universidade que mais forma doutores no mundo, conforme informe da Agência Fapesp.

A universidade paulista é a primeira na formação de doutores das 682 instituições avaliadas por esses organismos internacionais. O número de doutores não é fruto do acaso. A USP está bem classificada também em outros indicadores, que de certa forma apontam para um desempenho melhor da universidade da formação de quadros acadêmicos.

O mesmo índice dá à USP a terceira colocação em verba anual para pesquisa, entre 637 universidades, e o quinto lugar em número de artigos científicos publicados, entre 1.181 instituições em todo o mundo. A Universidade de São Paulo é também a 21ª em porcentagem de professores com doutorado.

O pró-reitor de Pós-Graduação da USP, Vahan Agopyan, avalia que a boa posição da USP é em decorrência da tradição da pós-graduação da escola no Brasil. Ele lembrou que nos anos 1970 e 1980, praticamente metade dos doutorados no Brasil eram feitos na USP. “Ainda hoje – disse - mais de 20% dos pós-graduandos no País também obtêm o título de doutor aqui. Isso permitiu que a universidade se tornasse um grande centro mundial de pós-graduação, agora confirmado por esse ranking internacional”,.

A universalidade do ensino é vista por Agopyan como um dos fatores para a posição conquistada. “A USP continua liderando a formação de doutores porque tem atuação em todas as áreas do conhecimento, sendo que as universidades no exterior normalmente têm algumas áreas de especialidade. Nós, ao contrário, somos uma instituição pluridisciplinar”, destacou.

Para o pró-reitor de Pós-Graduação da USP o desafio agora é ser não apenas a maior, mas a melhor em formação de doutores no mundo. Para isso, a USP tem buscado padrões internacionais de qualidade, por meio da promoção da mobilidade de seus docentes e alunos para outros países, da avaliação e do apoio aos seus programas de pós-graduação.

Dos R$ 277,3 milhões em bolsas de estudo desembolsados pela Fapesp em 2010, a USP recebeu R$ 132,7 milhões, ou 47,9% do total.

Além da USP, o ranking elaborado pela CWCU apontou a Universidade Estadual de Campinas – Unicamp como a 38ª colocada em número de doutorados, a 138ª em número de artigos publicados e a 62ª em percentual de professores com doutorado.

A Universidade Estadual Paulista – Unesp obteve a 55ª posição em doutorados, a 150ª colocação em número de artigos publicados e o 31º lugar em percentual de professores com título de doutor.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 15h09


GM investe R$ 710 milhões em nova fábrica em SC

Depois de reconquistar a liderança mundial e emplacar o primeiro lugar nas vendas no primeiro mês do ano aqui no Brasil, a GM anunciou que investirá R$ 710 milhões em uma nova fábrica de transmissões de veículos em Joinville (SC).

Com a presença do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, o prefeito de Joinville, Carlito Merrs, o vice-presidente da GM do Brasil, Marcos Munhoz, o diretor de Assuntos Institucionais, Luiz Moan, e empresários locais, a GM assinou hoje (23) o protocolo para a construção da fábrica.

Ela será construída onde atualmente está sendo finalizada a fábrica de motores e entrará em operação em 2014 com capacidade de produção de 150 mil transmissões por ano em sua primeira fase.

Nesta fábrica, segundo a GM, será produzida a transmissão "state of art" de seis marchas com maior capacidade de torque. Metade da produção ficará no Brasil, substituindo as importações e o restante será exportado para a Europa.

A fábrica vai gerar 350 empregos na primeira fase. Terá área construída de 50 mil m2 e a previsão de faturamento é de R$ 200 milhões por ano.

Marcos Munhoz afirma que "ao investir em uma nova fábrica de transmissões, a GM reafirma a importância do Brasil no cenário automobilístico internacional".

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 14h32


Sportage flex está mais caro por causa do IPI

O aumento de 8,3% no preço do Sportage na nova linha com motor bicombustível, lançada no início do mês, não foi resultado das melhorias no modelo, segundo a Kia.

O carro, além do motor flex, passou a ter também um novo câmbio de seis marchas para a versão com transmissão mecânica e custa R$ 90,9 mil na versão de entrada. Antes custava R$ 83,9 mil.

O aumento, segundo a empresa, deveu-se ao aumento do IPI para importados, que passou de 13% para 43% em 15 de dezembro do ano passado. Além disso, a Kia informou que a variação cambial também contribuiu para o aumento do preço:

"Em setembro o dólar estava cotado a R$ 1,55 e hoje está em torno de R$ 1,71", lembrou uma fonte da importadora.

Caso fosse aplicado o repasse integral da alta do IPI para motores flex de 2.0 litros, conforme a Kia Motors, o aumento seria da ordem de 28%.

A empresa alertou que serão inevitáveis novos aumentos nos próximos meses, que poderão totalizar 25%.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 12h30


GM tem o maior lucro da sua história

A GM registrou os mais altos lucros da sua história em 2011. As fortes vendas nos Estados Unidos e na China ajudaram a fabricante estadunidense a ganhar US$ 7,6 bilhões, superando os US$ 6,7 bilhões registrados em 1977. Mas a GM perdeu terreno no último trimestre. Os seus ganhos caíram 8%, chegando a US$ 468 milhões, ou 28 centavos por ação e não cumpriu com as expectativas de Wall Street. Tanto a Europa quanto a América do Sul tiveram perdas.

Também nos Estados Unidos as vendas caíram, mas a GM é uma empresa muito diferente do que era no final da década de 1990: mais enxuta, suas dívidas são menores e o seu custo com o Sindicato dos trabalhadores de Veículos é menos volumoso.

A empresa discute uma aliança comercial com a PSA - Peugeot Citroën, que busca parceria depois de ter reduzido o lucro nas operações em 2011. A ideia é compartilhar veículos e peças e as conversações já estão avançadas, embora não haja nada de definitivo.

A discussão já vem sendo feita há meses e deve ser anunciada no mês que vem.

A GM teve rendimentos recordes no ano passado. Este ano a empresa espera aumentar sua renda com vendas globais e preços maiores de seus veículos. No entanto, terá uma menor margem de lucro por unidade porque as vendas apontam crescimento de carros e queda em picapes, nas quais a empresa tem maior margem de comercialização.

O diretor de Finanças da GMC, Dan Ammann, disse que a reestruturação da empresa na Europa reduziu as perdas em mais de um bilhão de dólares em 2010, mas não é o suficiente. Ele disse que a GM vai ter que cortar pessoal e operações na região. Segundo Dan, a empresa tem muitas fábricas na região.

Os ganhos de US$ 4,58 por ação em 2011 foram 62% maiores do que no ano anterior. A receita anual subiu 11%, chegando a US$ 150 milhões. A GM fez a maior parte de sua renda na América do Norte. As vendas da empresa subiram 7,6% no ano, recuperando o título de maior fabricante de automóveis do mundo, que tinha sido conquistado pela Toyota.

Nada como uma boa ajuda pra sair da crise.

O governo dos Estados Unidos comprou mais da metade da empresa na crise (com dinheiro dos impostos dos quais os empresários sempre reclamam).

A GM já deixou de ser estatal, mas continua uma companhia mista: o governo dos EUA ainda é dono de 26,5% das ações.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 10h59


22/02/2012

Frontier tem parafuso solto

Parafusos da junta da coluna de direção e da trava do capô podem estar levando o motorista que tem uma picape Frontier fabricada a partir de 2007 a correr riscos. Por isso a Nissan está convocando os donos destes veículos a irem até uma concessionária para “inspecionar o torque dos parafusos”. As unidades que podem ter problemas têm chassi de 94DVDUD409J030319 a 94DVCUD40CJ991448, de 94DVDUD409J030319 a 94DVCUD40CJ877692 e de MNTVCUD4086000002 a MNTVCUD4086004932.           

A Nissan explicou em nota que “foi detectado um mau funcionamento na junção da coluna e da caixa de direção, que pode levar ao desgaste do encaixe estriado e, assim, diminuir a durabilidade com o uso em condições severas. Em casos raros pode ocorrer uma falha mecânica da direção, com possibilidade de perda do controle do veículo e eventual acidente”.            

A empresa deverá trocar a junta da coluna e se for preciso, a caixa de direção. Quanto aos parafusos da trava do capô a Nissan diz que não houve a aplicação de torque necessário em algumas unidades, o que pode ocasionar a abertura do capô quando o veículo estiver em movimento. Na inspeção será verificado se há necessidade de aplicação do torque correto ou se os parafusos deverão ser substituídos.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-011-1090 ou pelo site www.nissan.com.br.

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Por Joel Leite às 17h45


Volkswagen começa a lançar sua linha 2013

Em que ano você está? A Volkswagen está em 2013, ou pelo menos entrando neste ano. É que a empresa começa a lançar os seus modelos 2013. Gol G4, Parati, Gol e Voyage são estão chegando ás  concessionárias como modelos 2013. A marca está lançando também a série especial Gol 25 Anos em comemoração aos 25 anos de liderança do carro no mercado brasileiro.           

Para quem gosta de séries especiais, a Volkswagen colocou dois pacotes de equipamentos para o carro que tem motor 1.0 de 76 cv. Em uma configuração a diferença é que no carro haverá o logotipo de série especial, revestimento dos bancos com tecido exclusivo, calotas com pneus 175/70 R14, frisos laterais, retrovisores e maçanetas na cor do veículo, tape preto na coluna B, spoiler traseiro, faróis duplos escurecidos, lanterna traseira com lente escurecida e antena no teto.           

Os carros da série terão também direção hidráulica, conta-giros, luzes indicadoras de direção nos retrovisores, para-sóis com espelho iluminado dos dois lados, porta-revistas atrás do banco do passageiro e motorista, travamento central, vidros elétricos dianteiros, faróis e lanterna de neblina, destravamento interno elétrico do porta-malas e preparação para som. Este pacote terá o custo de R$ 2.790,00           

Quem quiser pagar R$ 3.790, poderá optar pelo segundo pacote que tem toda a configuração do primeiro, acrescentando rodas de alumínio 14", pneus 185/60 R14 e rádio CD Player MP3 com entradas USB / SD-Card, Bluetooth integrado e interface para iPod.            

O Gol G4 e o Gol Ecomotion passam a ter calotas de 13”. No G4 e na Parati a versão Trend tem novos faróis com o interior cromado, lanternas traseiras fumês, alças de segurança no teto, luz de cortesia no porta-malas, volante de quatro raios e como opcionais pode-se ter faróis de neblina e rodas de alumino de 14”.           

Na configuração com 1.6  Surf, a Parati tem rodas de alumínio 15” cinza e a faixa lateral com a inscrição “Surf”, além do logotipo nos bancos dianteiros.           

No Gol, tanto 1.0 quanto 1.6 há temporizador do limpador do para-brisa. A versão 1.6 Power do Gol e 1.6 Comfortline do Voyage passam a contar com luz indicadora de direção nos retrovisores externos como item de série.           

É só ver as mudanças e optar.

 

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Por Joel Leite às 17h43


17/02/2012

China é líder mundial, mas EUA cresceu 10,3%

A China fechou 2011 como a líder disparada no mercado automobilístico, mas foram os Estados Unidos que tiveram o maior crescimento entre os três grandes. A China cresceu 7% em comparação com 2010, passando a marca de 14 milhões de automóveis vendidos (sem considerar os comerciais leves), enquanto os EUA aumentaram as vendas em 10,3%. O Japão, terceiro colocado no ranking mundial, teve queda de 15,2%.

Com crescimento de 2,9%, o Brasil manteve a quarta posição nas vendas conquistada no ano anterior, mas cresceu menos do que a Alemanha, a China e a Índia.

A Alemanha, mesmo com crescimento de 9,1%, ficou em quinto. A Índia fechou o ano com aumento de 6,1% e na sexta posição.

Entre os dez países com maior produção Rússia foi a que mais cresceu, + 38,9%, enquanto os europeus apresentaram quedas: França -1,3%, Grã-Bretanha -2,3% e Itália -10,5%.

Clique veja quem mais cresceu em 2011

 

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 16h06


15/02/2012

Luxo em alta: Land Rover, Volvo, Audi e BMW crescem mais de 50%.

 

A maioria das marcas de luxo começou 2012 em alta, com destaque para a Land Rover, que vendeu 193% a mais do que em janeiro do ano passado.

Graças, principalmente, à boa aceitação do Range Rover Evoque, a Land Rover vendeu no mês passado 939 unidades, o que representou um crescimento de exatamente 193,43%: em janeiro do ano passado foram vendidos apenas 320 carros.

Hoje, para comprar o Evoque é preciso entrar na lista de espera. A opção de "entrada", mais barata, Pure, custa R$ 178 mil e a topo de linha, Dynamic, R$ 258 mil.

Das marcas de luxo, apenas a Mercedes-Benz e a Porsche não aumentaram as vendas em janeiro.

A Volvo também teve um crescimento expressivo, 67,92%, com vendas de 267carros, assim como a Audi e a BMW, que cresceram acima de 50%.

A Audi vendeu 368 unidades, contra 244 em janeiro de 2011, um aumento de 50,81% e a BMW passou de 516 carros no primeiro mês do ano passado para 775 neste ano.

O comportamento do mercado de luxo mostra que o segmento não foi afetado pelo aumento de 30 pontos percentuais do IPI para carros importados, que começou a vigoram em 15 de dezembro passado.

Apesar disso a Porsche credita parte da queda de vendas ao aumento do imposto, uma vez que os preços dos seus carros sofreram reajustes. Mas o maior problema da empresa foi a falta de produto. Três, dos cinco modelos à venda no Brasil - 911, Boxter e Caimã - deixaram de ser importados no aguardo dos modelos novos. O resultado foi uma queda de vendas de 65% em janeiro. A empresa inclusive não fez uma previsão de vendas para este ano, o que vai acontecer somente em março, com o reinício das vendas do 911. Os novos modelos do Boxer e do Caimã chegam somente no segundo semestre.

A Mercedes teve uma queda menor, 14%, vendeu 130 unidades a menos que em janeiro do ano passado (929 contra 799). Segundo a Mercedes-Benz, houve uma antecipação de compra, incentivada pela própria empresa, para aproveitar o preço sem o IPI extra. Esta foi a razão da queda de vendas em janeiro. Para fevereiro a expectativa é de novas baixas, com a empresa devendo retomar o volume a partir de março, com a chegada da linha 2012.

 

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 11h19


Pequim vai retirar carros velhos das ruas

Pequim, capital da China, planeja diminuir os níveis de poluição do ar em 15% em 2015 e 30% até 2020 com a eliminação de carros velhos, mudanças de fábricas e plantações de árvores. A poluição de Pequim varia de acordo com os ventos, mas nos últimos meses nuvens de fumaça, gases saídos dos escapamentos dos carros e poeira cobriram a capital chinesa durante alguns dias. Esta situação chegou a provocar cancelamento de voos.

A agência notícias Xinhua informou que 1,6 milhões de carros velhos, que contaminam o ar, serão retirados das ruas de Pequim até 2020, e que todas as fábricas de cimento serão fechadas. Acrescentou que "até 2020, o governo espera limitar o consumo total anual de carbono da cidade em 10 milhões de toneladas, 62% menos que a quantidade que, se estima, que será consumida até o fim de 2015".

A população se queixa pela internet que as estatísticas oficiais subestimam o problema, argumentando que as informações da Embaixada dos Estados Unidos sobre a poluição são mais confiáveis - e sempre mais pessimistas do que as oficiais. A embaixada estadunidense emite dados da qualidade do ar através do Twiter. Especialistas chineses dizem que é pouco científico a presença de um único posto de controle.

O governo passou a divulgar este ano a quantidade de partículas de contaminação presente no ar, que é de 2,5 micrometros ou menos: PM 2,5.

Os médicos advertem que as pequenas partículas flutuantes PM 2,5 podem se estabelecer nos pulmões com mais facilidade e causar problemas respiratórios e outras enfermidades.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 11h18


Vendas crescem 3,3% na quinzena

Bastaram nove dias úteis para que as mudanças verificadas no ranking de vendas no início deste ano ficassem restritas a janeiro.

A Fiat caminha para retomar a liderança neste mês, que perdeu em janeiro para a GM. E esta deve voltar à terceira posição. A Volkswagen mantém o segundo lugar.

Até ontem (14), a classificação dos primeiros colocados voltou a ser a mesma de 2011, isto é: Fiat, Volkswagen, GM, Ford e Renault, nesta ordem. A Nissan confirma a sexta posição e a Hyundai cai para o décimo lugar.

As vendas estão melhores do que em janeiro. Foram vendidas até ontem 109.328 unidades, com uma média diária de 12.147, conforme dados provisórios do Renavam. Em janeiro a média de vendas diárias foi de 11.464 carros e comerciais leves.

Em relação a fevereiro do ano passado as vendas também estão crescendo. Na primeira quinzena de fevereiro de 2011 foram vendidas 108.006 unidades, enquanto neste ano foram 122.305, 3,32% a mais.

No acumulado do ano as vendas também cresceram: no ano passado foram vendidos 348.246 carros e comerciais leves em janeiro mais a primeira quinzena de fevereiro e neste ano foram 375.032, um aumento de 7,7%.

Este mês tem apenas 20 dias úteis, sendo dois deles praticamente perdidos para as vendas: segunda de Carnaval e a quarta-feira de Cinzas, e ambos na segunda quinzena. Na prática, faltam apenas oito dias úteis para encerrar o mês, portanto a segunda quinzena, que é sempre melhor que a primeira, desta vez poderá ser pior e fevereiro pode encerrar sem crescimento ou com um amento pequeno em relação ao mesmo período do ano passado.

Clique e veja o ranking de vendas por marca na 1ºquinzena de fevereiro e no acumulado do ano

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 10h38


14/02/2012

GM da Colômbia quer exportar para o Brasil

O ministro de Comércio, Indústria e Turismo da Colômbia, Sergio Diaz-Granados, incentivou as empresas do setor automobilístico a aproveitar os acordos de livre comércio para ampliar as exportações de veículos.

Ele falou durante o lançamento da pedra fundamental da Zona Industrial Colmotores, com a presença do presidente da República Juan Manuel Santos e de Jaime Ardila, presidente da GM para a América do Sul.

O projeto envolve um investimento de US$ 50 milhões, vai gerar 900 empregos diretos e indiretos e é o primeiro passo para se tornar Colômbia fabricante de veículos.

O ministro Díaz-Granados disse que a maior parte da nova produção vai para os mercados mexicano e brasileiro e que posteriormente o país vai vender para outros países.

Se nós podemos exportar para o Brasil e para o México - disse -, temos tudo para crescer, prospectando outros mercados da América Latina."

"O Brasil tem grande interesse de fazer acordos com os paises andinos, onde estão mercados importantes, como Colômbia, Peru e Venezuela. Mas os acordos são sujeitos a negociações governamentais, e por enquanto não há nada formalizado", informou a assessoria da Anfavea.

O acordo entre o Mercosul e a Colômbia, feito em 2003, é o CE 59, que prevê a troca de produtos com preferências tarifárias, mas as negociações ficaram paralisadas por problemas de não definição de conteúdos locais.

Segundo a Anfavea, há iniciativas de parte a parte para reanimar esse acordo, mas até agora nada foi formalizado.

A negociação de acordo é entre governos e em seguida entre o bloco do Mercosul e a Colômbia. Para a Anfavea, é importante que acordos sejam feitos com países com redução ou eliminação das tarifas, pois isso incrementa os negócios na região.

"Os acordos do Mercosul fizeram florescer e dinamizaram os negócios. Veja a participação da indústria automobilística na balança comercial de Brasil e Argentina: o setor representa 30% de todos os negócios. Com o México, quase metade dos negócios (48%) é resultado da troca de mercadorias do setor automobilístico", disse a fonte da Anfavea.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 12h51


Picape Frontier reduz 10% das emissões

A Nissan colocou na Frontier 2013 o motor turbodiesel 2.5 16V, deixando a picape mais econômica, mas com a ajuda da tecnologia ela ficou mais potente do que a sua antecessora.

O motor é a terceira geração do YDK 2.5 turbodiesel e tem potência 32% maior e o torque com mais 26% em relação à geração anterior.

Com a mudança, a picape está 10% mais econômica. Com isso as emissões de gases foram reduzidas e o carro atende ao Proconve L6 no Brasil. Todas as versões agora têm freios ABS com EBD – distribuição eletrônica de frenagem.

Para poluir menos, a Nissan fez algumas modificações importantes, como a troca de componentes para diminuir a ficção das partes móveis da unidade principal do motor e também no cabeçote, que recebeu uma nova geração do sistema de injeção eletrônica de combustível de alta pressão. Há também um filtro de partículas de diesel e um sistema de tratamento de gases do escapamento.

O consumidor terá as opções XE 4×4 e SE Attack 4×4, que passaram de 144 cavalos a 4 mil rpm para 190 cv a 3.600 rpm. A LE 4×4 e a LE Attack 4×4, que tinham 172 cv a 6 mil rpm, também foram para 190 cv. As versões XE 4×2 e SE 4×2 desenvolviam 144 cv a 4 mil rpm e foram para 163 cv a 3.600 mil rpm.

O torque na XE 4×4 e na SE Attack 4×4, que era de 36,3 kgfm a 2 mil RPM, foi para 45,8 kgfm a 2 mil rpm, mesma força das versões LE 4×4 e LE Attack 4×4. Na XE 4×2 e na SE 4×2, o novo motor passou para 41,09 kgfm a 2 mil rpm, 13% a mais.

A picape já é linha 2013. É o primeiro carro a antecipar o ano modelo, lançando pelo menos seis ou sete meses antes do período tradicional do modelo do ano seguinte, que é em meados do segundo semestre.

Uma antecipação tão grande, porém, não é novidade. Em anos anteriores alguns carros se transformaram em “modelo novo” (do ano seguinte) já em janeiro. Esse tipo de prática beneficia quem vai comprar agora, já que o cliente vai manter o carro “oficialmente novo” por mais tempo, mas prejudica quem acabou de comprar o modelo 2012: o sujeito investiu num produto que ficou “velho” antes do tempo.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 12h20


Captiva tem problema superaquecimento

A GM do México está chamando donos da Captiva com motor 3.0 de 6 cilindros, modelos 2011 e 2012, para resolver um problema de superaquecimento do motor.

O recall tem por objetivo a troca do resfriador do sistema de direção hidráulica, para evitar ocorrências que podem resultar em acidente.

A GM informou que desde dezembro está enviando carta aos clientes informando sobre a necessidade da substituição da peça. Serão revisados 4.942 unidades da Captiva.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 12h18


09/02/2012

Colômbia tem o 5º maior aumento de investimentos

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse que o seu país tem uma economia sólida, exemplo de êxito no mundo, e que colaboram para isso a diminuição do desemprego, o crescimento de investimentos estrangeiros, as exportações e a produção industrial entre outros fatores.

O discurso foi feito nesta terça-feira, durante o evento que marcou o início da construção da fábrica da GM no país. Até agora a GM apenas montava veículos CDK; passará a ser uma fabricante.

Juan Manuel Santos disse que a indústria de autopeças e de veículos gerará novos postos de trabalho. A indústria automobilística da Colômbia gera hoje 34 mil empregos diretos. Em 2011 o país bateu recorde de investimentos estrangeiros diretos, superando os US$ 15 bilhões, o que dá um crescimento de 58% em relação a 2010. O presidente afirmou que a Colômbia foi o quinto país no mundo onde mais cresceu o investimento estrangeiro no ano passado.

Para o presidente, o setor é um dos motores do desenvolvimento do país.    

Depois de destacar os números positivos da economia, Juan Manuel Santos disse que “dentro deste resultado, o setor de veículos foi o que mais sobressaiu, com um incremento superior a 17%”.

Jaime Ardila, presidente da GM América do Sul, disse que a empresa está investindo na Colômbia porque entende que a indústria automobilística do país está madura.            

Melhor janeiro da história            

A Colômbia bateu em janeiro um novo recorde de vendas para o mês. Foi o melhor janeiro da história, com 23.456 unidades comercializadas, conforme o Comitê Automotriz de Colômbia. O crescimento foi de 12,9% em relação a janeiro do ano passado.            

A estimativa para este ano é superar as 300 mil unidades.   

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 16h15


Revendedores dos EUA estão otimistas, mas "entregam o futuro a Deus"

Bill Underrines, presidente eleito da NADA, a associação dos revendedores de veículos dos Estados Unidos, apresentou um quadro pra lá de otimista do mercado nos Estados Unidos, durante o Congresso da entidade, esta semana, em Las Vegas. O dirigente disse que 2011 não foi tão bom "por culpa da natureza", que provocou desastres naturais atrapalhando o fornecimento de peças para o mercado estadunidense.

O dirigente referia-se primeiramente ao tusnami e aos terremotos no Japão, que afetaram não apenas as fábricas das marcas estadunidenses, mas também as alemãs, coreanas, além das próprias japonesas, e provocou uma queda de vendas no inverno - de maio a agosto - período onde o mercado é mais forte.

"Havia uma grande procura e não tinha carro pra vender, nem importado, nem nacional, porque faltavam peças eletrônicas importadas do Japão", disse Underrines.

No segundo semestre, segundo ele, a culpa pela queda de vendas foi das inundações na Tailândia e Indonésia, grandes fornecedores de equipamentos eletrônicos para a indústria estadunidense. Já nos últimos meses no ano o mercado explodiu, fechando o ano com crescimento de 12,8%.

Para 2012 a estimativa é vender 13,9 milhões de unidades, 500 mil carros a mais do que no ano passado, "se não houver nenhum desastre natural", ressalvou Bill Underrines, como que entregando a futuro da indústria "a Deus".

A propósito, se depender dos revendedores, Deus terá papel importante na sorte do setor. Além da angelical interpretação de "Deus Salve a América", feita por uma adolescente na abertura do Congresso, um pastor da igreja protestante, no palco, fez um serão pedindo ao Divino crescimento das vendas e a proteção aos vendedores de veículos.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 15h59


Afinal as vendas caíram ou cresceram?

Com 11.367 unidades vendidas em janeiro, o setor de importados teve queda de 40,6% em relação a dezembro de 2011 e crescimento de 16,9% em relação a janeiro de 2011.

Como dezembro é o melhor mês do ano, a comparação mais correta é com janeiro do ano passado, o que indica um crescimento do setor.

Não há razão, portanto, para a Abeiva divulgar comunicado indicado queda nas vendas e queda na participação.

A Anfavea fez a mesma coisa no início desta semana, quando destacou a queda de vendas (em relação a dezembro) em detrimento do aumento de vendas (em relação a janeiro de 12011). Muitos veículos de comunicação reproduziram a informação, que, se não está errada, também não é correta.

Por trás dessa estratégia está o desejo de demonstrar que os setores estão em dificuldade, quando na verdade estão crescendo. A Anfavea tem razões para disfarçar a boa situação que se encontram os fabricantes: Cledorvino Beline, presidente da entidade, luta para que o acordo com o México não seja rompido.

A Abeiva, por sua vez, quer mostrar que a incidência de mais 30 pontos percentuais do IPI nos carros importados de empresas que não têm fábrica no Brasil está prejudicando o setor. Está mesmo, mas a verdade é que - apesar do aumento do imposto - as vendas cresceram em relação a janeiro do ano passado.

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 15h55


06/02/2012

Concessionários questionam vendas diretas

Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave, quer fazer da entidade uma tribuna política em defesa dos interesses dos revendedores e não apenas uma entidade que discuta o mercado de veículos. Ele definiu esse projeto como prioridade da sua gestão, iniciada em dezembro e que vai até o fim de 2014.

Mas falando ontem (5) a jornalistas brasileiros em Las Vegas, onde participa do Congresso dos revendedores dos Estados Unidos, Flávio Meneghetti admitiu que tem uma tarefa mais urgente em defesa dos interesses dos concessionários brasileiros: a questão das vendas diretas, feitas pelas fábricas para frotistas, especialmente para as locadoras, que são beneficiadas com descontos generosos, que podem passar de 30%, enquanto a margem de lucro (bruta) das concessionárias é de 8% a 12%, segundo a Fenabrave.

As montadoras foram longe demais, disse o dirigente, explicando que 33% de todas as vendas no ano passado foram feitas diretamente da fábrica para o consumidor, sem passar pelas concessionárias.

Nós investimos na locação de imóveis bem localizados - e caros -, no estoque de peças, treinamento de pessoal, marketing, contribuímos com a imagem da marca, e quem leva vantagem são as locadoras, disse Meneghetti, referindo-se aos grandes descontos dados aos frotistas. Em alguns casos, o desconto chega a 35% sobre o preço de tabela. Por que a fábrica não dá esse desconto pra nós, que poderíamos repassar parte para o cliente e ter maior rentabilidade!, perguntou, lembrando ainda que essa prática afeta também o governo, porque, ao vender por um preço abaixo da tabela, a montadora reduz a arrecadação de impostos.

A lei que regula a relação das montadoras com as concessionárias, prevê um volume máximo de venda direta de 10% sobre a produção. Mas as fábricas foram aumentando essas vendas especiais para Vips, funcionários das fábricas e seus parentes, pessoas jurídicas, profissionais liberais, até chegar a essa número que Meneghetti considera insustentável.

Aqui no Congresso da NADA - National Automobile Dealers Association, Flávio Meneghetti viu que o problema também atinge o mercado estadunidense. Com a crise no país, as montadoras passaram a vender o carro mais barato, o que derrubou o preço da própria marca. Quando o preço do carro cai, quem acabou de comprar um OK tem o valor do seu patrimônio depreciado e o dono do carro usado também perde com isso. Quer dizer: a atitude tomada pela montadora para desovar o estoque e ganhar participação, afeta toda a cadeia e a própria marca é que é prejudicada.

Menegueti quer resolver o problema de forma diplomática. Na visita que fez a uma das grandes montadoras para discutir o assunto, sentiu que existe uma disposição por parte do fabricante. Mas a batalha está apenas começando.

O presidente da Fenabrave quer também nessa gestão incrementar o treinamento aos profissionais da rede, porque a mão de obra precisa ser mais qualificada. Vai expandir a Universidade Fenabrave, fazendo parceria com uma grande instituição de ensino. Ele quer preparar os profissionais para atender a demanda desse mercado que está amadurecendo e precisando de pessoas melhor formadas e qualificadas.

Joel Leite, de Las Vegas, EUA

Por Joel Leite às 12h36


02/02/2012

Land Rover foi a marca que mais cresceu em janeiro


-- Marca vendeu 619 unidades, 159% a mais que em janeiro de 2011. 
-- Nissan, Renault e GM foram as que mais cresceram entre as Dez Mais 
-- Chery, BMW, Iveco Audi, Jeep, Volvo e Chrysler tiveram aumento acida de 50%.

A Land Rover foi a marca que mais cresceu em janeiro, com aumento de vendas de 159%, conforme os números do Renavam.

A empresa vendeu no primeiro mês do ano 609 unidades, contra 320 no mesmo período do ano passado. O grande responsável pelo salto na participação da marca no mercado brasileiro foi o Range Rover Evoque, que chegou no final do ano passado ao Brasil e fez sucesso.

Entre as dez primeiras colocadas, a Nissan levou a melhor, cresceu 153% em janeiro, com vendas de 8.387 unidades. No ano passado a Nissan vendeu 3.310 carros em janeiro.

A Renault também teve crescimento bem acima da média: 47%, com vendas de 16.617 unidades. Entre as grandes, a GM foi que mais cresceu: 28% em relação a janeiro de 2011. A Fiat também cresceu, 11%, mas perdeu a liderança, e a Volkswagen teve queda nominal de vendas.

Algumas marcas com menor participação também tiveram aumentos expressivos, como a chinesa Jinbei, com 148% de aumento.

Chery, BMW, Iveco Audi, Jeep, Volvo e Chrysler tiveram aumento de vendas acida de 50% na comparação com janeiro do ano passado.

Clique e veja o comparativo das 35 marcas vendidas no mercado brasileiro

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 17h33


01/02/2012

Vendas em janeiro crescem 9,7%. GM é líder.

-- Foram vendidos 252.203 carros e comerciais leves, recorde histórico para o mês de janeiro.
-- Com 20,9% de participação GM deve disputar liderança com a Fiat e a Volks em 2012.
-- Nissan fecha janeiro na sexta posição, atrás apenas da Renault entre as novas.

As vendas de carros e comerciais leves em janeiro cresceram 9,7% em relação a janeiro do ano passado, registrando – conforme previsto – um novo recorde histórico para o primeiro mês do ano, de acordo com números do Renavam.

Foram vendidas em janeiro 252.203 unidades, contra 229.858 em janeiro do ano passado. As vendas diárias também foram recorde para o mês de janeiro: 11.463.

Em relação a dezembro de 2011 houve uma queda de 30%. Essa comparação, no entanto, não deve ser considerada, porque dezembro é o melhor mês do ano e janeiro o pior.

A novidade é a presença da GM no topo do ranking, com 20,95% de participação, deixando a Fiat e a Volkswagen pra trás.

Claro que ainda é cedo para dizer que se trata de uma situação consolidada, até porque janeiro é um mês atípico, muitas montadoras antecipam licenciamentos em dezembro e acabam registrando um número menor de unidades vendidas em janeiro. Mas a expectativa da empresa é ampliar as vendas em 2012, apostando na maior procura do consumidor pelos seus carros, que serão renovados este ano.

A GM iniciou a mudança de catálogo no do ano passado, com o lançamento do Cruze. Em seguida, apresentou o Cobalt e prevê para este ano muitas novidades.

Na semana que vem a marca vai lançar a picape S10, líder de vendas, que será totalmente reformulada. Ainda neste semestre vai chegar o Cruze hatch, a nova Blazer o pequeno Aveo, entre outros.

A GM vendeu em janeiro 52.844 unidades, com crescimento de mais de dois pontos percentuais em relação a 2011.

A Fiat, líder em 2011 e nos dez últimos anos, ficou em segundo lugar, com 51.909 carros vendidos e 20,58% de participação, seguida pela Volkswagen, com 51.052 unidades e 20,24%.

Outro destaque neste início de ano é a Nissan, que vendeu mais de oito mil carros e ficou em sexto lugar, passando de uma só vez a Toyota, Hyundai, Honda, Citroën, Peugeot e a Kia. A marca japonesa fechou o ano passado na 12ª, posição.

Clique e veja o ranking das 35 marcas vendidas no mercado brasileiro

Joel Leite 
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Por Joel Leite às 14h17


Sobre o autor

Joel Silveira Leite é jornalista e pós graduado em Semiótica e Meio Ambiente. Diretor da Agência de Notícias AutoInforme, responde pelos sites Auto Informe e Eco Informe. Joel apresenta o Boletim AutoInforme nas rádios Bandeirantes, Band News e Sulamérica Trânsito. É colunista em várias publicações.

Sobre o blog

O blog apresenta uma visão do mundo dos automóveis e dos homens. É um veículo que não tem compromisso com a imparcialidade e a isenção (como os outros dizem que têm) além de tratar de assuntos como política, sociedade, meio ambiente, mídia, gastronomia.

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